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Oracle

Coleta ORACLE e Entrega ORACLE_EXEC. O connect string é montado pelo CMS a partir dos campos da conexão: o servidor onde o CMS roda não precisa de um tnsnames.ora instalado, e quem já tem esse arquivo cola o descriptor direto na conexão — ver Descriptor TNS. Os campos de comando aceitam só DML; para rodar PL/SQL gerado pelo Transformador há um template fixo — ver procedures e SQL dinâmico.

Conexão

CampoPara que serve
IdentificaçãoDecide como o endereço é informado, e com isso quais campos aparecem. SERVICE_NAME monta um connect string Easy Connect (host:porta/serviço); SID monta o descritor clássico (DESCRIPTION=(ADDRESS=...)(CONNECT_DATA=(SID=...))); Descriptor (TNS) usa o texto que você colar
Host / PortaListener Oracle. Padrão 1521. Não aparecem na identificação Descriptor (TNS)
Service Name / SIDNome do serviço ou do SID, conforme a Identificação escolhida. Não aparece na identificação Descriptor (TNS)
Descriptor TNSSó na identificação Descriptor (TNS): o descriptor do alias, copiado do tnsnames.ora — ver Descriptor TNS
Usuário / SenhaUsuário do banco
TLSTroca o protocolo para TCPS (tcps://host:porta/serviço). Na identificação Descriptor (TNS) não muda o endereço — quem define o protocolo ali é o PROTOCOL= de dentro do descriptor — e serve só para liberar os campos de Wallet
Caminho do Wallet / Senha do WalletSó com TLS ligado e quando o servidor exige mTLS (ex.: Oracle Autonomous Database). Aponte para o diretório do wallet (PEM ou cwallet.sso). TLS contra CA pública não precisa de wallet
Query de Teste (Keep Alive)Mesma função da versão SQL Server. Em branco = SELECT 1 FROM DUAL

O connect string é montado pelo CMS a partir desses campos — o servidor onde o CMS roda não precisa ter um tnsnames.ora instalado, nem a variável TNS_ADMIN configurada.

Descriptor TNS

Easy Connect dá conta do caso comum, mas não expressa o que muitos ambientes de produção têm escrito no tnsnames.ora: vários ADDRESS (RAC), LOAD_BALANCE/FAILOVER, RETRY_COUNT e o bloco SECURITY do Autonomous Database. Para esses, escolha a identificação Descriptor (TNS) e cole no campo o descriptor do alias:

(DESCRIPTION= (LOAD_BALANCE=on) (ADDRESS=(PROTOCOL=TCP)(HOST=rac1.empresa.com)(PORT=1521)) (ADDRESS=(PROTOCOL=TCP)(HOST=rac2.empresa.com)(PORT=1521)) (CONNECT_DATA=(SERVICE_NAME=PROD)) )

Pode colar o trecho inteiro do arquivo, com o nome do alias na frente (PROD_HIGH = (DESCRIPTION=...): o CMS descarta o nome sozinho. Quebra de linha e indentação também não atrapalham.

O que não funciona é informar só o nome do alias (PROD_HIGH). O CMS não lê tnsnames.ora nenhum, então não há onde procurar o que esse nome significa — copie o descriptor para o qual ele aponta. Um texto que não começa com ( é recusado na hora de salvar, com essa explicação.

Na coluna Endereço da lista de conexões aparece o primeiro host:porta de dentro do descriptor; havendo mais de um ADDRESS, um (+N) sinaliza os demais.

Autonomous Database

O wallet baixado da Oracle traz um tnsnames.ora com os aliases _high, _medium e _low. Cole o descriptor daquele que você vai usar, ligue o TLS e aponte o Caminho do Wallet para a pasta do wallet descompactado no servidor do CMS.

Vocabulário bloqueado neste dialeto

Além do DDL/DCL barrado em todos os dialetos, este bloqueia:

UTL_HTTP, UTL_TCP, UTL_SMTP, UTL_FILE, DBMS_SCHEDULER, DBMS_JOB, DBMS_SQL, EXECUTE IMMEDIATE

A checagem completa — verbo inicial, statements encadeados e neutralização de comentários e literais — está em o que o CMS bloqueia nos campos SQL.

O comportamento comum aos quatro bancos — modos de resultado, marcação do que já foi lido e placeholders — está em Bancos de dados.